terça-feira, 2 de julho de 2019

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O Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, sancionou a Lei 13.802 que institui o “Julho Amarelo”. O mês é destinado a chamar atenção para luta contra às hepatites virais e tem por objetivo reforçar as iniciativas de vigilância, prevenção e controle do agravo.
De acordo com o texto da lei, a mobilização deverá ser realizada a cada ano em todo o território nacional durante o mês de julho, para conscientizar sobre os riscos, alertar sobre as formas de prevenção e estimular as pessoas a se vacinarem contra as hepatites A e B e a buscarem o diagnóstico precoce.
O Julho Amarelo faz também referência à data escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para a celebração do Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais (28 de julho). O Projeto de Lei Complementar 35/2018 que institui o Julho Amarelo é de autoria do deputado federal Marcos Reategui (PSC-AP).
SOBRE AS HEPATITES – Em 2017 o Brasil registrou 40.198 casos novos de hepatites virais, sendo que 70% dos óbitos por hepatites são decorrentes da hepatite C, seguido da Hepatite B (21,8%) e A (1,7%).
A hepatite é a inflamação do fígado. Pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas e genéticas e é considerada problema de saúde pública no Brasil e no mundo,
No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Milhões de pessoas no Brasil são portadoras dos vírus B ou C e não sabem. Muitas vezes silenciosas, as hepatites B e C nem sempre apresentam sintomas e podem evoluir para forma crônica e causar danos mais graves ao fígado, como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite. A hepatite B não tem cura ainda, mas tem tratamento e pode ser evitada com a vacina. Já a hepatite C não tem vacina, mas tem cura. O tratamento é ofertado no SUS.
Fonte: Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Ácido hialurônico: um tratamento complementar para artrose do joelho
Os efeitos do tratamento incluem redução da ativação de células inflamatórias, analgesia prolongada e estabilização da degradação da matriz cartilaginosa
A doença cartilaginosa, tanto a traumática aguda, quanto a degenerativa, conhecida aqui no Brasil como artrose é uma doença de origem multifatorial que leva à degeneração da cartilagem articular, afetando todos os componentes da articulação. É um processo lento, progressivo e desabilitante, com alta prevalência na população adulta ativa, ligada a práticas esportivas. Estima-se que cerca de 40% dos indivíduos com mais de 65 anos sofrem de sintomas associados com artrose dos joelhos ou dos quadris.
As principais opções de tratamento não cirúrgico incluem analgésicos, anti-inflamatórios não hormonais (AINH) corticosteroides orais, drogas modificadoras da doença destacando-se a glicosamina, a condroitina, extrato insaponificável de soja e de abacate e as injeções intra- articulares de corticosteroides e de ácido hialurônico (visco suplementação).
O que é o acido hialurônico?
O acido hialurônico é produzido naturalmente por células da membrana sinovial e, junto a outras moléculas, compõe o “liquido sinovial “, responsável pela lubrificação e nutrição do tecido cartilaginoso.
A criação do acido hialurônico exógeno (sintético) para a infiltração articular começou nos anos 90. Inicialmente, acreditava-se que seu efeito seria puramente por mecanismo hidráulico. Ou seja, aumentando a superfície de contato cartilaginosa e assim reduzindo se a pressão articular.
Quais seus efeitos na articulação?
Os bons resultados iniciais encorajaram a comunidade científica a estudar melhor o efeito biológico dos produtos e pesquisas publicadas em revistas científicas médicas nos últimos cinco anos mostraram efeito surpreendentes quem incluem:
- Redução da ativação de células inflamatórias responsáveis pelo desencadeamento da cascata inflamatória que causa destruição articular da artrose.
- Estímulo da produção do próprio acido hialurônico (endógeno), com melhoria da viscosidade do líquido sinovial.
- Estabilização da degradação da matriz cartilaginosa.
- Estímulo da produção de células cartilaginosas e do colágeno tipo II.
- Ação direta e receptores de dor articular causando analgesia prolongada .
O resultado destes estudos levou a indústria farmacêutica a focar cada vez mais suas linhas de pesquisa na criação de produtos que pudessem melhorar esses efeitos e permanecerem mais tempo na articulação. Recentemente, produtos com concentração aumentada por cm3 e alguns contendo produtos como o manitol .
Quem deve ser submetido à visco-suplementação?
A indicação da visco-suplementação varia de paciente para paciente e a composição do produto, pelo grau da lesão cartilaginosa. É importante que além dos exames de imagem, seja feito um teste biomecânico direcionado ao esporte para avaliar a função muscular afetada pela doença pré-existente.
A visco-suplementação nunca deve ser instituída como terapia única e sim sempre associada a uma boa reabilitação, seguida de fortalecimento e reequilíbrio muscular. Pessoalmente, considero o procedimento como adjuvante à reabilitação tradicional e NUNCA como mono terapia.
Apesar de controverso, alguns médicos do esporte nos EUA, baseados no conceito de que “quem pratica mais esporte, degrada mais cartilagem" realizam o procedimento em atletas profissionais sem queixas no joelho, visando a possível prevenção da artrose.
É importantíssimo que o médico explique muito bem os efeitos desejados da infiltração, possíveis efeitos colaterais e que o paciente tenha sempre em mãos o nome do produto utilizado na infiltração. Infelizmente, é muito comum atender pessoas que não sabem que produto foi utilizado em seu joelho.
Nos próximos anos, pesquisas futuras sobre os efeitos articulares deverão ser publicadas. Provavelmente, novos produtos deverão ser lançados no mercado, visando cada vez mais, benefícios biológicos e mecânicos à cartilagem, bloqueando a evolução da doença.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, oceano, céu, nuvem, criança, água, praia, texto, atividades ao ar livre e natureza

segunda-feira, 8 de abril de 2019

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O Dia Mundial de Combate ao Câncer – lembrado em 8 de abril - foi criado pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC) para marcar o combate à doença, que a cada ano atinge milhares de pessoas. No Brasil, apenas em 2016, foram estimados mais de 590 mil novos casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) – números que demonstram  a importância de divulgar hábitos e mudanças de estilo de vida que ajudam na prevenção da doença, tais como adotar uma dieta saudável e praticar exercícios físicos regularmente.
A Roche, engajada em levar informações de qualidade para a sociedade, reconhece a importância desta data para a conscientização da população sobre o impacto da doença, ao mesmo tempo em que foca seus esforços na constante pesquisa e desenvolvimento de novos tratamentos que irão ajudar os pacientes com câncer a viver mais e melhor. 

De acordo com o Ministério da Saúde, frutas, legumes, verduras e cereais integrais , por exemplo, são alimentos que ajudam na prevenção do câncer, quando incluídos em uma dieta variada e equilibrada. Assim como a prática de exercícios físicos, seja fazendo caminhadas ou aulas de dança, trocando o elevador pelas escadas ou mesmo cuidando da casa ou do jardim. Esses dois hábitos também contribuem para evitar um fator de risco importante para o câncer: a obesidade. 

Parar de fumar (ou nem começar) é outro fator primordial na prevenção do câncer parar de fumar. O fumo libera mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas no organismo e isso faz com esse hábito seja um fator de risco para o câncer na cavidade oral, laringe, faringe, esôfago e mama. Você também deve evitar a ingestão de bebidas alcoólicas – o consumo dessas substâncias, em qualquer quantidade, aumenta o risco de desenvolver câncer. Se você misturar bebidas com cigarro, as chances de o câncer aparecer são maiores ainda. 

Mulheres devem ter cuidados especiais para prevenir o câncer 


Para elas, valem alguns cuidados a mais na prevenção de cânceres ginecológicos:

Câncer de colo de útero - a vacinação de meninas de 9 a 13 anos contra o HPV e a realização periódica do exame Papanicolau são as estratégias indicadas.

Câncer de ovário - exemplos de práticas que podem ser usadas, desde que com orientação e indicação médica, são o uso de anticoncepcionais orais e as cirurgias ginecológicas (laqueadura tubária e histerectomia).

Câncer de mama - não pode ser prevenido, mas é possível diagnosticá-lo precocemente. Para isso, é recomendável que a mulher se consulte regularmente com seu ginecologista e esteja atenta a qualquer alteração nas mamas. Além disso, mulheres acima dos 40 anos devem realizar a mamografia periodicamente. Para as mais jovens, o ginecologista pode utilizar de outros exames para avaliar a saúde das mamas. 

terça-feira, 2 de abril de 2019

 Autismo é um transtorno de desenvolvimento que compromete as habilidades de comunicação e interação social e geralmente aparece até os 3 anos de vida. Em maio de 2013, foi lançada a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), que trouxe algumas mudanças importantes, entre elas novos diagnósticos e alterações de nomes de doenças e condições que já existiam.
Nesse manual, o autismo, assim como a Síndrome de Asperger, foi incorporado a um novo termo médico e englobador, chamado de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Com essa nova definição, a Síndrome de Asperger passa a ser considerada, portanto, uma forma mais branda de autismo. Dessa forma, os pacientes são diagnosticados apenas em graus de comprometimento, dessa forma o diagnóstico fica mais completo.
O Transtorno do Espectro Autista é definido pela presença de déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, atualmente ou por história prévia, de acordo com o DSM-V.
Em maio de 2013, foi lançada a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), que trouxe algumas mudanças importantes, entre elas novos diagnósticos e alterações de nomes de doenças e condições que já existiam.
Nesse manual, o autismo, assim como a Síndrome de Asperger, foi incorporado a um novo termo médico e englobador, chamado de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Com essa nova definição, a Síndrome de Asperger passa a ser considerada, portanto, uma forma mais branda de autismo. Dessa forma, os pacientes são diagnosticados apenas em graus de comprometimento, dessa forma o diagnóstico fica mais completo.
O Transtorno do Espectro Autista é definido pela presença de déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, atualmente ou por história prévia, de acordo com o DSM-V. 

Sintomas de Autismo

A maioria dos pais de crianças com autismo suspeita que algo está errado antes de a criança completar 18 meses de idade e busca ajuda antes que ela atinja 2 anos. Entre os sintomas apresentados, as crianças com autismo normalmente têm dificuldade em:
  • Brincar de faz de conta
  • Interações sociais
  • Comunicação verbal e não verbal
Algumas crianças com autismo parecem comuns antes de um ou dois anos, mas de repente "regridem" e perdem as habilidades linguísticas ou sociais que adquiriram anteriormente. Esse tipo de autismo é chamado de autismo regressivo.
Uma pessoa com autismo pode apresentar os sintomas:
  • Ter visão, audição, tato, olfato ou paladar excessivamente sensíveis (por exemplo, eles podem se recusar a usar roupas "que dão coceira" e ficam angustiados se são forçados a usá-las)
  • Ter uma alteração emocional anormal quando há alguma mudança na rotina
  • Fazer movimentos corporais repetitivos
  • Demonstrar apego anormal aos objetos.
Os sintomas do autismo podem variar de moderados a graves.
Os problemas de comunicação no autismo podem incluir:
  • Não poder iniciar ou manter uma conversa social
  • Comunicar-se com gestos em vez de palavras
  • Desenvolver a linguagem lentamente ou não desenvolvê-la
  • Não ajustar a visão para olhar para os objetos que as outras pessoas estão olhando
  • Não se referir a si mesmo de forma correta (por exemplo, dizer "você quer água" quando a criança quer dizer "eu quero água")
  • Não apontar para chamar a atenção das pessoas para objetos (acontece nos primeiros 14 meses de vida)
  • Repetir palavras ou trechos memorizados, como comerciais
  • Usar rimas sem sentido
Existem diversos sintomas que podem indicar autismo, e nem sempre a criança apresentará todos eles. Os sintomas do autismo podem ser agrupados em:

Interação social

  • Não faz amigos
  • Não participa de jogos interativos
  • É retraído
  • Pode não responder a contato visual e sorrisos ou evitar o contato visual
  • Pode tratar as pessoas como se fossem objetos
  • Prefere ficar sozinho, em vez de acompanhado
  • Mostra falta de empatia

Resposta a informações sensoriais

  • Não se assusta com sons altos
  • Tem a visão, audição, tato, olfato ou paladar ampliados ou diminuídos
  • Pode achar ruídos normais dolorosos e cobrir os ouvidos com as mãos
  • Pode evitar contato físico por ser muito estimulante ou opressivo
  • Esfrega as superfícies, põe a boca nos objetos ou os lambe
  • Parece ter um aumento ou diminuição na resposta à dor
  • Sintomas do autismo nas brincadeiras

    • Não imita as ações dos outros
    • Prefere brincadeiras solitárias ou ritualistas
    • Não faz brincadeiras de faz de conta ou imaginação

    Sintomas do autismo nos comportamentos

    • Acessos de raiva intensos
    • Fica preso em um único assunto ou tarefa (perseverança)
    • Baixa capacidade de atenção
    • Poucos interesses
    • É hiperativo ou muito passivo
    • Comportamento agressivo com outras pessoas ou consigo
    • Necessidade intensa de repetição
    • Faz movimentos corporais repetitivos
    • Tipos

      Tipos de autismo

      O transtorno do espectro autista pode ser dividido em três tipos: (5)

      Síndrome de Asperger

      A Síndrome de Asperger é um transtorno neurobiológico enquadrado dentro da categoria de transtornos globais do desenvolvimento. Ela foi considerada, por muitos anos, uma condição distinta, porém próxima e bastante relacionada ao autismo.
    • A Síndrome de Asperger, assim como o autismo, foi incorporada a um novo termo médico e englobador, chamado de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Com essa nova definição, a síndrome passa a ser considerada, portanto, uma forma mais branda de autismo. Dessa forma, os pacientes são diagnosticados apenas em graus de comprometimento, dessa forma o diagnóstico fica mais completo. Saiba mais sobre o transtorno aqui!

      Transtorno Autista ou Autismo Clássico

      As pessoas com transtorno autista costumam ter atrasos linguísticos significativos, desafios sociais e de comunicação e comportamentos e interesses incomuns. Muitas pessoas com transtorno autista também têm deficiência intelectual.

      Transtornos invasivos do desenvolvimento

      As pessoas que atendem alguns dos critérios de transtorno autista ou síndrome de Asperger, mas não todos, podem ser diagnosticadas com transtorno do desenvolvimento invasivo. As pessoas com esse tipo de transtorno geralmente têm sintomas menores e mais leves do que aqueles com transtorno autista. Os sintomas podem causar apenas desafios sociais e de comunicação.
      Atualmente o Transtorno do Espectro Autista é dividido em graus e sua gravidade:

      Nível 3 - exigindo apoio muito substancial

      Comunicação social: Déficits graves nas habilidades de comunicação social verbal e não verbal causam prejuízos graves de funcionamento, limitação em iniciar interações sociais e resposta mínima a aberturas sociais que partem de outros.
    • Comportamentos repetitivos e restritos: Inflexibilidade de comportamento, extrema dificuldade em lidar com a mudança ou outros comportamentos restritos/repetitivos interfere acentuadamente no funcionamento em todas as esferas. Grande sofrimento/dificuldade para mudar o foco ou as ações.

      Nível 2 - exigindo apoio substancial

      Comunicação social: Déficits graves nas habilidades de comunicação social verbal e não verbal, prejuízos sociais aparentes mesmo na presença de apoio, limitação em dar início a interações sociais e resposta reduzida ou anormal a aberturas sociais que partem dos outros.
      Comportamentos repetitivos e restritos: Inflexibilidade do comportamento, dificuldade de lidar com a mudança ou outros comportamentos restritos/repetitivos aparecem com frequência suficiente para serem óbvios ao observador casual e interferem no funcionamento em uma variedade de contextos. Sofrimento/dificuldade para mudar o foco ou as ações.

      Nível 1- Exigindo apoio

      Comunicação social: Na ausência de apoio, déficits na comunicação social causam prejuízos notáveis. Dificuldade para iniciar interações sociais e exemplos claros de respostas atípicas ou sem sucesso a aberturas sociais dos outros. Pode aparentar pouco interesse por interações sociais.
      Comportamentos repetitivos e restritos: Inflexibilidade de comportamento causa interferência significativa no funcionamento em um ou mais contextos. Dificuldade em trocar de atividade. Problemas para organização e planejamento são obstáculos à independência.
    • Causas

      As causas do autismo ainda são desconhecidas, mas a pesquisa na área é cada vez mais intensa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que levam ao autismo. Sabe-se que a genética e agentes externos desempenham um papel chave nas causas do transtorno. De acordo com a Associação Médica Americana, as chances de uma criança desenvolver autismo por causa da herança genética é de 50%, sendo que a outra metade dos casos pode corresponder a fatores exógenos, como o ambiente de criação.(2)
      De qualquer maneira, muitos genes parecem estar envolvidos nas causas do autismo. Alguns tornam as crianças mais suscetíveis ao transtorno, outros afetam o desenvolvimento do cérebro e a comunicação entre os neurônios. Outros, ainda, determinam a gravidade dos sintomas.
      Quanto aos fatores externos que possam contribuir para o surgimento do transtorno estão a poluição do ar, complicações durante a gravidez, infecções causadas por vírus, alterações no trato digestório, contaminação por mercúrio e sensibilidade a vacinas.

      Autismo e vacinas

      E por falar nelas, ainda se acredita muito que algumas vacinas possam causar autismo em crianças. Os pais podem pedir ao médico ou enfermeira que esperem ou até mesmo recusem a aplicação da vacina. No entanto, é importante pensar também nos riscos de não vacinar a criança.
      Algumas pessoas acreditam que uma pequena quantidade de mercúrio (chamada de timerosal), que é um conservante comum em vacinas multidose, causa autismo ou TDAH. No entanto, as pesquisas NÃO indicam que esse risco seja verdadeiro.
    • American Academy of Pediatrics e The Institute of Medicine dos EUA concordam que nenhuma vacina ou componente dela é responsável pelo número de crianças que atualmente são diagnosticadas com autismo. Eles concluíram que os benefícios das vacinas são maiores do que os riscos.
      Todas as vacinas de rotina da infância estão disponíveis em formas de dose única em que não foi adicionado mercúrio.

      Quantas crianças têm autismo?

      O número exato de crianças com autismo é desconhecido. Um relatório publicado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA sugere que o autismo e seus distúrbios relacionados são muito mais comuns do que se imagina. Não está claro se isso se deve a um aumento na taxa da doença ou à maior capacidade de diagnóstico do problema.
      O autismo afeta quatro a cinco vezes mais meninos do que meninas. Renda familiar, educação e estilo de vida parecem não influenciar no risco de autismo.
      Alguns médicos acreditam que a maior incidência de autismo se deve a novas definições do transtorno. O termo "autismo" agora inclui um espectro mais amplo de crianças. Por exemplo, hoje em dia, uma criança diagnosticada com autismo altamente funcional poderia ser simplesmente considerada tímida ou com dificuldade de aprendizado há 30 anos.
    • Outros transtornos de desenvolvimento parecidos incluem:
      • Síndrome de Rett: muito diferente do autismo, só ocorre no sexo feminino
      • Transtorno desintegrativo da infância: doença rara em que uma criança adquire as habilidades e depois esquece tudo antes dos 10 anos de idade
      • Transtorno de desenvolvimento pervasivo: não especificado, também chamado de autismo atípico.

      Fatores de risco

      Alguns fatores são considerados de risco para o desenvolvimento do autismo. Confira:
      • Sexo: meninos são de quatro a cinco vezes mais propensos a desenvolver autismo do que meninas
      • Histórico familiar: famílias que já tenham tido algum integrante com autismo correm riscos maiores de ter outro posteriormente. Da mesma forma, é comum que alguns pais que tenham gerado algum filho autista apresentem problemas de comunicação e de interação social eles mesmos
      • Outros transtornos: crianças com alguns problemas de saúde específicos tendem a ter mais riscos de desenvolver autismo do que outras crianças. Epilepsia e esclerose tuberosa estão entre esses transtornos
      • Idade dos pais: quanto mais avançada a idade dos pais, mais chances de a criança desenvolver autismo até os três anos.

      Sintomas

      Buscando ajuda médica

      Crianças, em geral, dão os primeiros sinais de autismo logo no primeiro ano de vida. Se você notar qualquer sinal do transtorno em seu filho, converse com um médico. Ele poderá recomendar exames específicos. Os comportamentos da criança de alerta são:
      • Não responder com sorriso ou expressão de felicidade aos seis meses
      • Não imitar sons ou expressões faciais aos nove meses
      • Não balbuciar aos 12 meses
      • Não gesticular aos 12 meses
      • Não dizer nenhuma palavra aos 16 meses
      • Não dizer frases compostas de pelo menos duas palavras aos 24 meses
      • Perder habilidades sociais e de comunicação em qualquer idade.

      Diagnóstico e Exames

      Na consulta médica

      É provável que um pediatra consiga fazer o diagnóstico de autismo, analisando os sintomas. No entanto, você pode ser encaminhado para um centro especializado em que equipe multidisciplinar avaliará a criança.
      Como as consultas costumam ser breves e há muitas informações e perguntas para cobrir, é uma boa ideia estar bem preparado. Aqui estão algumas informações para ajudar no diagnóstico mais rápido:
      • Anote quaisquer sintomas que você está enfrentando, inclusive os que podem parecer sem relação com o motivo pelo qual você agendou a consulta
      • Anote as informações pessoais importantes, incluindo quaisquer tensões principais ou mudanças de vida recentes
      • Faça uma lista de todos os medicamentos, bem como de quaisquer vitaminas ou suplementos que você está tomando
      • Leve um membro da família ou amigo junto. Às vezes pode ser difícil lembrar todas as informações fornecidas durante a consulta. Alguém que acompanha você pode se lembrar de algo que você perdeu ou esqueceu.

      O que esperar do médico?

      Médicos costumam fazer várias perguntas. É importante estar preparado para respondê-las. Confira alguns exemplos de questões que poderão ser levantadas por um especialista:
      • Quais comportamentos em específicos levaram você a procurar ajuda médica para seu filho?
      • Quando os primeiros sintomas começaram?
      • Esses comportamentos atípicos são frequentes ou ocasionais?
      • Quais os hábitos favoritos de seu filho?
      • Seu filho interage com familiares e outras crianças?
      • Sua família tem histórico de autismo ou algum outro transtorno cerebral?

      Diagnóstico de Autismo

      O médico procurará por sinais de atraso no desenvolvimento da criança. Se observados os principais sintomas do autismo, ele encaminhará a criança em questão para um especialista, que poderá fazer um diagnóstico mais exato e preciso. Geralmente, ele é feito antes dos três anos de idade, já que os sinais do transtorno costumam aparecer cedo.
      Para realizar o diagnóstico, o médico utiliza o critério do Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. Segundo ele, a criança poderá ser diagnosticada com autismo se apresentar pelo menos seis dos sintomas clássicos do transtorno.

      Exames

      Todas as crianças devem fazer exames de desenvolvimento de rotina com o pediatra. Podem ser necessários mais testes se o médico ou os pais estiverem preocupados. Para autismo, isso deve ser feito principalmente se uma criança não atingir marcos de linguagem.
      Essas crianças poderão fazer uma avaliação auditiva, teste de chumbo no sangue e teste de triagem para autismo, como a lista de verificação de autismo em crianças (CHAT) ou o questionário para triagem de autismo.
      Um médico experiente no diagnóstico e tratamento de autismo normalmente é necessário para fazer o diagnóstico. Como não há testes biológicos para o autismo, o diagnóstico muitas vezes será feito com base em critérios muito específicos.
      Uma avaliação de autismo normalmente inclui um exame físico e neurológico completo. Pode incluir também alguma ferramenta de exame específica, como:
      • Entrevista diagnóstica para autismo revisada (ADIR)
      • Programa de observação diagnóstica do autismo (ADOS)
      • Escala de classificação do autismo em crianças (CARS)
      • Escala de classificação do autismo de Gilliam
      • Teste de triagem para transtornos invasivos do desenvolvimento.
      As crianças com autismo ou suspeita de autismo normalmente passarão por testes genéticos em busca de anomalias nos cromossomos.
      O autismo inclui um amplo espectro de sintomas. Portanto, uma avaliação única e rápida não pode indicar as reais habilidades da criança. O ideal é que uma equipe de diferentes especialistas avalie a criança com suspeita de autismo. Eles podem avaliar: comunicação, linguagem, habilidades motoras, fala, êxito escolar e habilidades de pensamento.

      Tratamento e Cuidados

      Tratamento de Autismo

      Não existe cura para autismo, mas um programa de tratamento precoce, intensivo e apropriado melhora muito a perspectiva de crianças pequenas com o transtorno. A maioria dos programas aumentará os interesses da criança com uma programação altamente estruturada de atividades construtivas. Os recursos visuais geralmente são úteis.
      O principal objetivo do tratamento é maximizar as habilidades sociais e comunicativas da criança por meio da redução dos sintomas do autismo e do suporte ao desenvolvimento e aprendizado.
      Mas a forma de tratamento que tem mais êxito é o que é direcionado às necessidades específicas da criança. Um especialista ou uma equipe experiente deve desenvolver o programa para cada criança. Há várias terapias para autismo disponíveis, incluindo:
      • Terapias de comunicação e comportamento
      • Medicamentos
      • Terapia ocupacional
      • Fisioterapia
      • Terapia do discurso/linguagem
      Existem diversos programas para tratar problemas sociais, de comunicação e de comportamento que estejam relacionados ao autismo. Alguns desses programas focam na redução de problemas comportamentais e na aprendizagem de novas habilidades. Outros procuram ensinar crianças a como agir em determinadas situações sociais e a como se comunicar propriamente. Um desses programas é a ABA, sigla em inglês para Análise Aplicada do Comportamento, muito utilizado em crianças pequenas com algum distúrbio dentro do espectro do autismo. A ABA usa uma abordagem de aprendizado individual que reforça a prática de várias habilidades. O objetivo é que a criança se aproxime do funcionamento normal do desenvolvimento. Os programas de ABA normalmente são feitos na casa da criança sob a supervisão de um psicólogo comportamental.
      Outro programa bastante recorrente como alternativa de tratamento é o TEACCH (sigla em inglês para Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits relacionados à Comunicação), que utiliza outros recursos visuais que ajudam a criança a trabalhar de forma independente e a organizar e estruturar seu ambiente.
      O TEACCH tenta melhorar as habilidades e a adaptação de uma criança, ao mesmo tempo que aceita os problemas associados aos distúrbios dentro do espectro do autismo. Diferentemente dos programas de ABA, os programas TEACCH não esperam que as crianças atinjam o desenvolvimento normal com o tratamento.

      Medicamentos

      Não existem medicamentos capazes de tratar os principais sintomas do autismo, mas, muitas vezes, são usados medicamentos para tratar problemas comportamentais ou emocionais que os pacientes com autismo apresentem, como agressividade, ansiedade, problemas de atenção, compulsões extremas que a criança não pode controlar, hiperatividade, impulsividade, irritabilidade, alterações de humor, surtos, dificuldade para dormir e ataques de raiva.

      Dieta

      Nem todos os especialistas concordam que as mudanças na dieta fazem diferença, nem todas as pesquisas sobre esse método mostraram resultados positivos, mas se você está considerando essas ou outras alterações alimentares como via de tratamento para seu filho, é recomendável uma conversa com um gastroenterologista (especialista no sistema digestório) e com um nutricionista.
      Algumas crianças com autismo parecem responder a uma dieta sem glúten ou sem caseína. O glúten é encontrado em alimentos que contêm trigo, centeio e cevada. A caseína é encontrada no leite, no queijo e em outros produtos lácteos.

      Outras abordagens

      Existem muitos tratamentos anunciados para o autismo que não têm base científica e histórias de "curas milagrosas" que não atendem às expectativas. Se seu filho tem autismo, pode ser útil falar com outros pais de crianças autistas e com especialistas em autismo. Acompanhe o avanço das pesquisas na área, que está se desenvolvendo rapidamente.
      Um exemplo desses tratamentos precoce são as infusões de secretina. Houve muita empolgação com esse método de tratamento no passado. Agora, depois de muitas pesquisas realizadas em vários laboratórios, é possível que a secretina não faça nenhum efeito para crianças com autismo. No entanto, as pesquisas continuam.

      Medicamentos para Autismo

      Os medicamentos mais para o tratamento de autismo são:
      Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

      Convivendo (prognóstico)

      Autismo tem cura?

      Não há cura para o autismo. No entanto, existe uma série de métodos de habilitação de aprendizagem e desenvolvimento para que as pessoas com espectro de autismo tenham uma boa qualidade de vida. (4)

      Diagnóstico e Exames

      Complicações possíveis

      O autismo pode estar associado a outros distúrbios que afetam o cérebro, como a Síndrome do X frágil, déficit intelectual e esclerose tuberosa. Algumas pessoas com autismo podem, também, desenvolver convulsões.
      O estresse de lidar com o autismo pode levar a complicações sociais e emocionais para a família e os cuidadores, bem como para a própria pessoa com autismo. Por isso, acompanhamento psicológico tanto para um, quanto para o outro é essencial.

      Convivendo/ Prognóstico

      O autismo continua sendo um distúrbio difícil para as crianças e suas famílias, mas a perspectiva atual é muito melhor do que na geração passada. Naquela época, a maioria das pessoas com autismo era internada em instituições.
      Hoje, com o tratamento correto, muitos dos sintomas do autismo podem melhorar, mesmo que algumas pessoas permaneçam com alguns sintomas durante toda a vida. A maioria das pessoas com autismo consegue viver com suas famílias ou na sociedade.
      A perspectiva depende da gravidade do autismo e do nível de tratamento que a pessoa recebe. Procurar ajuda de outras famílias que tenham parentes com autismo e por profissionais que deem o suporte necessário aos parentes também é uma alternativa interessante.

      Prevenção

      Prevenção

      Não há uma fórmula correta para prevenir o autismo, mas estudos recentes mostram que o papel da herança genética para o desenvolvimento do transtorno não é tão grande como se supunha. Os genes desempenham 50% das chances de uma criança vir a ter autismo. Ou seja, em pelo menos metade dos casos não há muito o que fazer contra a genética humana. Mas os outros 50% correspondem a fatores externos, muito relacionados ao ambiente em que a criança cresce e a hábitos comportamentais. Isso abre um campo enorme de pesquisa, especialmente no que diz respeito à prevenção do autismo.

      Referências

      Revisado por Dra. Evelyn Vinocur, psiquiatra e mestre em neuropsiquiatria pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e psicoterapeuta cognitivo comportamental, especializada em Saúde Mental da Infância e Adolescência pela Santa Casa de Misericórdia do Estado do Rio de Janeiro (SCMRJ) e pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Membro associado da Associação Brasileira de Psiquiatria (CRM-RJ: 303514)
      (1) DSM-V, American Psychiatric Association - Manual de Diagnóstico e Estatístico de Distúrbios Mentais 5ªed. Edit. Artes Médicas
      (2) Organização Mundial da Saúde (OMS)
      (3) Journal of American Medical Association (JAMA)
      (4) The National Autistic Society
      (5) Centers for Disease Control and Prevention (CDC)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

DIA MUNDIAL DA DOENÇA RARA

O Dia Mundial da Doença Rara é comemorado anualmente no último dia de fevereiro.
A data é celebrada em setenta países do mundo, com o objetivo de sensibilizar a população, os órgãos de saúde pública, médicos e especialistas em saúde para os tipos de doenças raras existentes e toda a dificuldade que os seus portadores enfrentam para conseguir um tratamento ou cura.
O Dia Mundial da Doença Rara foi celebrado pela primeira vez em 2008, pela Organização Europeia de Doenças Raras - Eurordis. Normalmente, a data é celebrada em 29 de fevereiro, nos anos bissextos, sendo que, nos outros anos, comemora-se em 28 de fevereiro.
De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, o Brasil conta com 15 milhões de pessoas com algum tipo de doença rara. São consideradas raras as doenças que atingem até 65 em cada 100 mil pessoas.
Por norma, elas são de origem genética e manifestam-se logo nos primeiros anos de vida da criança.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde e da Eurordis, as doenças raras são aquelas classificadas seguindo quatro principais fatores: incidência, raridade, gravidade e diversidade. A previsão é que cerca de 8% da população mundial tenha algum tipo de doença rara, ou seja, uma em cada 15 pessoas.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Campanha Dezembro Laranja alerta para os riscos do câncer de pele


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Fim de primavera e início de verão – a época mais celebrada pelos brasileiros – traz dias cada vez mais ensolarados e quentes, por isso a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) organiza a campanha anual Dezembro Laranja que faz o alerta sobre os perigos da exposição ao sol.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é que surjam para o biênio 2018-2019 cerca de 165.580 novos casos de câncer não melanoma. Para o cancerologista e cirurgião Leandro Carvalho Ribeiro, do Instituto de Oncologia do Paraná (IOP), “O câncer de pele tem 100% de cura desde que diagnosticado na fase inicial. O tratamento nesta fase pode ser realizado com cirurgia, que consiste na ressecção ampla da lesão com margens e reconstrução, cirurgia micrográfica de Mohs (ressecção da lesão e estudo das margens no ato cirúrgico), radioterapia, terapia fotodinâmica em caso de carcinoma basocelular ou uso de imiquimod”, completa o especialista. 
Melanoma e não melanoma, qual a diferença?
Dúvida recorrente na população brasileira, o câncer de pele é dividido em dois grupos, que são o melanoma e o não melanoma. O primeiro se caracteriza pelo fato de o tumor atacar os melanócitos, que são as células responsáveis pela produção da melanina. “Este tipo de doença é a de menor incidência, porém o tumor é da forma mais agressiva, por isso deve ser tratado imediatamente, pois pode provocar metástase”, alerta o médico, que é também membro do Grupo Brasileiro de Melanoma.
Já o melanoma é o tipo menos agressivo e mais frequente de tumor, afetando principalmente os homens, justamente pela maior exposição solar e sem a devida proteção. Peles mais brancas têm maior risco de desenvolver a doença, por isso é preciso ficar atento. O mesmo vale para pessoas que têm histórico familiar de câncer de pele. “Fica o alerta à população masculina: use protetor solar, de preferência fator 30 ou mais, dependendo da região, chapéus, bonés e óculos de sol” – (veja dicas e orientações abaixo).
O perigo pode estar disfarçado em forma de pinta
Pintas já tiveram seu período áureo em época de reis e rainhas e também em filmes, hoje é importante ficar de olhos bem abertos nelas. “É preciso estar atento a pintas e manchas que surgem, verificar se aumentam de tamanho rapidamente, se têm bordas irregulares e borradas, se mudam de cor. Estas são características do câncer de pele, por isso a orientação é caso verifique alguma desses situações, procure imediatamente um médico”, destaca Leandro Ribeiro.
Dicas e orientações
1 – Use protetor solar todos os dias, de preferência com fator de proteção solar (FPS) 30 e com capacidade para proteger contra a radiação UVA e UVB. Aplique cerca de meia hora antes da exposição ao sol e reaplique a cada duas horas. Alerta: a falta de proteção pode causar reações imediatas, como vermelhidão e ardor, potencializando consequências em longo prazo. Uma delas é o câncer de pele.
2 – Use óculos de sol (escuros) para proteger contra os raios ultravioleta.
3 – Use e abuse de chapéus e bonés com abas largas para proteger a cabeça dos raios solares.
4 – Se for para a praia ou piscina, faça uso de roupas que tenham proteção contra os raios UVA e UVB.  Dê preferência a camisas ou blusas com mangas compridas.
5 – Evite se expor ao sol nos horários de pico, ou seja, entre 10h e 16h.