segunda-feira, 28 de junho de 2021

 



A asma é uma das condições de saúde pré-existentes que aumenta o risco de um caso mais grave de Covid-19, a doença causada pelo coronavírus. “Durante um ataque de asma, a pessoa sente quase como se respirasse por um canudo, porque a inflamação restringe as vias aéreas”

 




Qual o tratamento para leucemia crônica?
O tratamento da Leucemia Mieloide Crônica (LMC) não é feito com quimioterapia. Essa leucemia decorre do surgimento de um gene específico (gene BCR-ABL) capaz de aumentar a multiplicação celular através de uma proteína tirosina quinase. O tratamento é feito com um medicamento oral da classe dos inibidores de tirosina quinase, que inibe especificamente essa proteína anormal, que é a causa da LMC. É um tratamento considerado “alvo específico”, porque o medicamento inibe a multiplicação das células cancerosas, mas não das células normais do organismo. Alguns casos de resistência ou falha ao tratamento inicial podem necessitar de quimioterapia e transplante de medula óssea.
Na leucemia Linfocítica Crônica (LLC) agentes quimioterápicos, imunológicos (anticorpos monoclonais) e agentes orais podem ser utilizados no tratamento. A escolha dependerá de aspectos clínicos do paciente (como idade, presença de outras doenças, capacidade de tolerar quimioterapia) e da doença.
Fones: (11) 3569-9648 / (11) 96597-9640 CLARO
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sexta-feira, 25 de junho de 2021

 






Qual o tratamento para leucemia aguda?
Nas leucemias agudas, o processo de tratamento envolve quimioterapia (combinações de quimioterápicos), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da doença no Sistema Nervoso Central (cérebro e medula espinhal). Para alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea. O tratamento é feito em etapas. A primeira tem a finalidade de obter a remissão completa, ou seja, um estado de aparente normalidade após a poliquimioterapia. Esse resultado é alcançado
em torno de um mês após o início do tratamento (fase de indução de remissão), quando os exames (de sangue e da medula óssea) não mais evidenciam células anormais.
Entretanto, pesquisas comprovam que ainda restam no organismo muitas células leucêmicas (doença residual), o que obriga a continuação do tratamento para não haver recaída. Nas
etapas seguintes, o tratamento varia de acordo com o tipo de célula afetada pela leucemia. Nas linfóides, pode durar mais de dois anos, e nas mielóides, menos de um ano, exceto nos casos
de Leucemia promielocítica aguda, que também dura mais de 2 anos. Na leucemia Linfoblástica Aguda (LLA), o tratamento é composto de três fases: Indução de remissão, consolidação (tratamento intensivo com quimioterápicos não empregadas
anteriormente); e manutenção (o tratamento é mais brando e contínuo por vários meses). Durante todo o tratamento, pode ser necessária a internação do paciente por infecção decorrente da queda dos glóbulos brancos normais e por outras complicações do próprio tratamento. Já na Leucemia Mieloide Aguda (LMA), a etapa de manutenção só é necessária para os casos de Leucemia promielocítica aguda - subtipo especial de LMA, muito relacionado
com hemorragias graves no diagnóstico. Nesses casos, existe uma mutação genética específica que pode ser detectada nos exames da medula óssea e o tratamento com uma combinação de
quimioterapia com um comprimido oral (tretinoina) possibilita taxas de cura bastante elevadas.
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quinta-feira, 24 de junho de 2021

 



Quais os tipos de Leucemia?
Existem mais de 12 tipos de leucemias, sendo as mais comuns:
Leucemia mieloide aguda (LMA): afeta as células mieloides e avança rapidamente. Ocorre tanto em adultos como em crianças, mas a incidência aumenta com o aumento da idade.
Leucemia mieloide crônica (LMC): afeta células mieloides e se desenvolve vagarosamente, a princípio. Acomete principalmente adultos. Leucemia linfoide aguda (LLA): afeta células linfóides e agrava-se de maneira rápida. É o tipo mais comum em crianças e jovens (0-18 anos), mas também ocorre em adultos. Leucemia linfoide crônica (LLC): afeta células linfóides e se desenvolve de forma lenta. A maioria das pessoas diagnosticadas com esse tipo da doença tem mais de 55 anos. Raramente afeta crianças.
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quarta-feira, 23 de junho de 2021

 



Vacinação para o paciente oncológico:
Não importa qual das vacinas contra a Covid-19 você receba: tenha a certeza de que ela é segura e eficaz na proteção contra infecções graves. As vacinas que estão em uso no país atualmente são compostas por vírus inativados e vetor viral, respectivamente, portanto, são incapazes de provocar a doença em quem as recebe.
Uma das coisas mais importantes que você tem de ter em mente é que os suprimentos da vacina contra a Covid-19 ainda são limitados em todo o Brasil. Portanto, se surgir a oportunidade de obter uma vacina, vacine-se.
Não existem contraindicações para a vacinação em pacientes oncológicos. Se você, atualmente, está em tratamento oncológico, sabemos que a melhor resposta para seu sistema imunológico é obtida se a vacina for administrada 15 dias antes ou depois da última quimioterapia.
Pacientes que fizeram cirurgia na mama ou na axila devem receber a vacina no braço do lado oposto ao da cirurgia.
Pacientes que receberam um transplante de medula óssea devem consultar seu médico de confiança para definir o melhor período para a administração da vacina.


 A leitura se torna uma pausa saudável e prazerosa na rotina, diminuindo os níveis do hormônio do estresse e a ansiedade, e é por isso que é tão recomendada pelos psicólogos.

terça-feira, 22 de junho de 2021

 



NEXAVAR: Para tratamento de câncer de rim!
Nexavar é um medicamento indicado para o tratamento de um determinado tipo de câncer nos rins que não tenha respondido ao tratamento prévio com alfainterferona ou interleucina-2 ou que não pudessem receber tal terapia.
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