segunda-feira, 4 de novembro de 2019


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O movimento pioneiro nesta causa (e mais famoso no mundo) é o Movember. Ele surgiu em 2003 quando dois amigos australianos, Travis Garone e Luke Slattery, tomavam uma cerveja num bar em Melbourne e brincavam sobre trazer o bigode de volta já que ninguém mais usava. Então, inspirados pela mãe de um amigo que levantava fundos para o combate ao câncer de mama, resolveram fazer o mesmo para o câncer de próstata. A regra: deixar crescer um bigode e cobrar 10 dólares de cada bigodudo. Naquele ano 30 amigos se reuniram nessa causa.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

NOVEMBRO AZUL: A IMPORTÂNCIA DE SE CUIDAR

Novembro Azul é um movimento mundial que acontece durante o mês de novembro para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata. A doença é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens brasileiros e as maiores vítimas são homens a partir dos 50 anos, além de pessoas com presença da doença em parentes de primeiro grau, como pai, irmão ou filho.
O que é a próstata
A próstata é uma glândula masculina que tem forma de uma noz e fica logo abaixo da bexiga e à frente do reto. O órgão envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina é eliminada da bexiga.
O que é câncer de próstata?
Durante o funcionamento da próstata, algumas células podem se desenvolver e multiplicar de forma anormal, provocando o surgimento de um tumor. O câncer de próstata é o segundo mais incidente entre os homens no Brasil, apenas atrás do câncer de pele não melanoma. Estima-se 68.220 mil novos casos da doença no país, em 2018. O risco estimado é de cerca de 66,12 novos casos para cada 100 mil homens.
Sintomas
A doença pode não apresentar (ou apresentar poucos) sintomas em sua fase inicial. Em alguns casos, os sinais são parecidos com os do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite). Na fase mais avançada, o paciente pode ter dores nos ossos, sintomas urinários ou, nos casos mais graves, infecção generalizada ou insuficiência renal.
Quando procurar o médico?
  • Quando o homem perceber sinais e sintomas sugestivos da doença, como: dificuldade de urinar; diminuição do jato de urina; necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite; e sangue na urina. A detecção do câncer de próstata pode ser realizada com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos (diagnóstico precoce).
  • Os homens sem sinais ou sintomas, mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença, podem realizar com exames de toque retal e de sangue para avaliar a dosagem do PSA (Antígeno Prostático Específico).
Como é feito o diagnóstico de câncer de próstata?
O exame de PSA é solicitado anualmente para acompanhar as alterações específicas da próstata. O resultado, quando alterado, pode indicar situações como inflamações, infecções, hiperplasia (crescimento benigno) e também o surgimento do câncer de próstata. O toque retal e a dosagem do PSA servem para indicar a necessidade da biópsia da próstata (retirada e análise de fragmentos da glândula e única forma de confirmar uma suspeita de câncer). A realização de exames é recomendada quando há presença de sinais e sintomas, conforme preconiza o Ministério da Saúde.
 Como posso prevenir?
Adotar hábitos saudáveis diminui o risco de várias doenças, inclusive o câncer. Recomendamos:
  • Manter uma alimentação saudável e equilibrada;
  • Não fumar.
  • Identificar e tratar adequadamente a pressão alta, diabetes e problemas de colesterol
  • Manter um peso saudável;
  • Praticar regularmente atividades físicas.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

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Mamografia: qual a importância do exame?

A mamografia é um raio-x das mamas. O exame ajuda a detectar possíveis sinais de câncer de mama antes mesmo do nódulo ser formado, principalmente em mulheres com tecido mais gorduroso nas mamas ou que estão na fase da pós-menopausa. Ela é indispensável para se chegar a um diagnóstico precoce de câncer de mama.
A mamografia pode ser de dois tipos
Mamografia de rasteio - faz parte dos exames de rotina, é usada para procurar sinais de câncer de mama em mulheres que não tem sintomas da doença. O médico compara o resultado do exame mais recente com os anteriores para ter um histórico de alterações nos seus seios.
Mamografia de diagnóstico - é feita para investigar quando há suspeita de câncer de mama. As imagens de alta qualidade do exame ajudam o médico a identificar tumores que ainda estão pequenos demais para serem sentidos durante o exame de toque.
Mas é bom lembrar: apenas o resultado da biopsia dá o diagnóstico definitivo para o câncer de mama. A mamografia apenas ajuda a identificar possíveis sinais da doença.
Como é feita a mamografia?
No exame, o técnico que vai realizá-lo ajudará você a posicionar as mamas no suporte da máquina. Essa máquina vai pressioná-las de leve e isso pode causar um pouco de dor, mas é necessário para obter imagens em resolução. Depois, um radiologista vai examinar as radiografias e emitir um relatório para o médico, que conversará com você sobre os resultados do exame.
No dia do exame, não use creme, talco ou desodorante. Se você estiver com suspeita de gravidez ou amamentando, tiver implantes nos seios, cicatrizes na mama ou já fez biopsias ou cirurgias na mama, informe isso para o técnico e para o médico antes de fazer a mamografia.
Quando a mamografia deve ser feita?
Atualmente, a mamografia é indicada a partir dos 50 anos como exame de rotina. Mas, pode ser pedida pelo seu médico sempre que houver necessidade de investigar alguma alteração nos seus seios. Por isso, se você perceber caroços, tiver dores, secreções ou mudanças no tamanho das mamas, procure o seu médico. Se ele achar necessário, você será encaminhada para uma mamografia de diagnóstico.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Mulheres da roça participam do Outubro Rosa

Campanha contra câncer de mama reforça importância de diagnóstico precoce.

Elas cuidam de tudo na zona rural: da casa, do pomar, 
da horta e dos animais. 
E na lista das multitarefas também está a visita ao 
posto de saúde para fazer exames importantes.
A agricultora Sandra Erbet Ersse, que perdeu a mãe 
por causa do câncer de mama, tem motivos 
de sobra para não esquecer o compromisso. Ela diz 
que sempre faz acompanhamento médico e os autoexames.
Hábitos saudáveis e exames preventivos podem 
evitar até 30% dos casos de câncer de mama. 
É o que diz o Instituto Nacional de Câncer. No município de Agudos (SP), 
a prefeitura envia transporte 
para levar as mulheres à Unidade Básica 
de Saúde (UBS).
Dona Noemi Semião da Silva, de 59 anos, e o marido
 cultivam legumes e verduras orgânicos. 
Sempre que as enfermeiras do postinho chamam, 
a agricultora deixa o sítio e vai ao médico.
A unidade de saúde fica no Distrito de Domélia, 
a 80 quilômetros do centro de Agudos. No local, 
223 mulheres recebem atendimento. Muitas vivem 
nos três assentamentos da região.
Jussara é enfermeira e foi diagnosticada com 
câncer de mama quando tinha 33 anos. 
Depois do tratamento e da cura, ela se
 tornou a principal incentivadora das mulheres 
da comunidade rural.
Nas palestras e consultas feitas no posto, 
ela sempre alerta para a importância do diagnóstico 
precoce e do autoexame.
Por Nosso Campo, TV TEM - 20/10/2019 07h40

sexta-feira, 18 de outubro de 2019


Origem do Dia do Médico

O Dia do Médico é celebrado em 18 de outubro em homenagem à São Lucas.
Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento, e seu evangelho é o terceiro em ordem cronológica. Lucas era médico, razão pela qual se decidiu homenagear os profissionais com o mesmo dia da festa deste santo.

terça-feira, 15 de outubro de 2019






Outubro Rosa: Reconstrução mamária devolve autoestima a mulheres que sofrem
com o Câncer de Mama.
Bruno Luitgards, cirurgião plástico de Brasília, explica a importância do procedimento para mulheres e três diferentes opções para a operação.
Outubro chegou e com ele uma das campanhas mais impactantes do ano. O outubro Rosa luta pela prevenção e combate ao câncer de mama, e de acordo com o Globocan 2018, estudo da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, esse tipo da doença afeta 2,1 milhões de pessoas por ano e é o quinto que mais mata em todo o mundo. No Brasil, o Inca – Instituto Nacional do Câncer revelou que, só neste ano, 60 mil pessoas receberão o diagnóstico.
O tratamento deste tipo de câncer envolve a mastectomia parcial ou radical, que retira parte ou a mama inteira e gera uma sequela grave para as mulheres, modificando a forma como elas veem o corpo.
O cirurgião plástico Bruno Luitgards comenta que geralmente as pacientes relatam sensação de perda de identidade, associada a perda de feminilidade e atratividade sexual, tal é a importância das mamas para as mulheres em nossa sociedade. “Ainda assim, muitas pacientes podem se sentir desencorajadas a procurar tratamento por sentirem que a reconstrução é uma questão muito menos importante, e até fútil, quando comparada com o câncer e o risco superado”, acrescenta o especialista.
Para o médico, a reconstrução deve sempre ser considerada uma vez que existem evidências científicas de que ela melhora a qualidade de vida, inclusive a autoestima, função social e psicológica, sexualidade e autoimagem dessas mulheres. “A reconstrução imediata, feita no mesmo momento da mastectomia, é a melhor opção, pois diminui o efeito psicológico da perda da mama”, pontua Luitgards.
Como é feito o procedimento?
Dr Bruno explica que existem basicamente três opções para a reconstrução mamária:
1. Utilização de aloplásticos: em que se coloca um expansor ou uma prótese de silicone para reconstruir a mama retirada.

2. Reconstrução oncoplástica: que pode ser utilizada em casos de mastectomia parcial, onde se utiliza a mama restante para a reconstrução.
3. Reconstrução com tecido autólogo: em que se utiliza pele e gordura da própria paciente para a reconstrução, normalmente excesso de pele da região abdominal ou das costas.
“A escolha entre esses tipos depende de vários fatores, como comorbidades, tamanho e forma da mama contralateral, cirurgias prévias, necessidade de radioterapia, qualidade da pele pelo tórax e, mais importante, a escolha da paciente”, destaca. O médico complementa que “há ainda um momento da reconstrução em que é realizada a simetrização da mama contralateral (do lado sem câncer) para deixar as mamas mais simétricas”.
“Após a operação, a paciente deve seguir todas as recomendações médicas, sendo necessário muitas vezes repouso dos braços, uso de sutiãs modeladores e cuidados com a ferida operatória para que a recuperação seja mais rápida”, finaliza o especialista.