terça-feira, 22 de outubro de 2019

Mulheres da roça participam do Outubro Rosa

Campanha contra câncer de mama reforça importância de diagnóstico precoce.

Elas cuidam de tudo na zona rural: da casa, do pomar, 
da horta e dos animais. 
E na lista das multitarefas também está a visita ao 
posto de saúde para fazer exames importantes.
A agricultora Sandra Erbet Ersse, que perdeu a mãe 
por causa do câncer de mama, tem motivos 
de sobra para não esquecer o compromisso. Ela diz 
que sempre faz acompanhamento médico e os autoexames.
Hábitos saudáveis e exames preventivos podem 
evitar até 30% dos casos de câncer de mama. 
É o que diz o Instituto Nacional de Câncer. No município de Agudos (SP), 
a prefeitura envia transporte 
para levar as mulheres à Unidade Básica 
de Saúde (UBS).
Dona Noemi Semião da Silva, de 59 anos, e o marido
 cultivam legumes e verduras orgânicos. 
Sempre que as enfermeiras do postinho chamam, 
a agricultora deixa o sítio e vai ao médico.
A unidade de saúde fica no Distrito de Domélia, 
a 80 quilômetros do centro de Agudos. No local, 
223 mulheres recebem atendimento. Muitas vivem 
nos três assentamentos da região.
Jussara é enfermeira e foi diagnosticada com 
câncer de mama quando tinha 33 anos. 
Depois do tratamento e da cura, ela se
 tornou a principal incentivadora das mulheres 
da comunidade rural.
Nas palestras e consultas feitas no posto, 
ela sempre alerta para a importância do diagnóstico 
precoce e do autoexame.
Por Nosso Campo, TV TEM - 20/10/2019 07h40

sexta-feira, 18 de outubro de 2019


Origem do Dia do Médico

Dia do Médico é celebrado em 18 de outubro em homenagem à São Lucas.
Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento, e seu evangelho é o terceiro em ordem cronológica. Lucas era médico, razão pela qual se decidiu homenagear os profissionais com o mesmo dia da festa deste santo.

terça-feira, 15 de outubro de 2019






Outubro Rosa: Reconstrução mamária devolve autoestima a mulheres que sofrem
com o Câncer de Mama.
Bruno Luitgards, cirurgião plástico de Brasília, explica a importância do procedimento para mulheres e três diferentes opções para a operação.
Outubro chegou e com ele uma das campanhas mais impactantes do ano. O outubro Rosa luta pela prevenção e combate ao câncer de mama, e de acordo com o Globocan 2018, estudo da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, esse tipo da doença afeta 2,1 milhões de pessoas por ano e é o quinto que mais mata em todo o mundo. No Brasil, o Inca – Instituto Nacional do Câncer revelou que, só neste ano, 60 mil pessoas receberão o diagnóstico.
O tratamento deste tipo de câncer envolve a mastectomia parcial ou radical, que retira parte ou a mama inteira e gera uma sequela grave para as mulheres, modificando a forma como elas veem o corpo.
O cirurgião plástico Bruno Luitgards comenta que geralmente as pacientes relatam sensação de perda de identidade, associada a perda de feminilidade e atratividade sexual, tal é a importância das mamas para as mulheres em nossa sociedade. “Ainda assim, muitas pacientes podem se sentir desencorajadas a procurar tratamento por sentirem que a reconstrução é uma questão muito menos importante, e até fútil, quando comparada com o câncer e o risco superado”, acrescenta o especialista.
Para o médico, a reconstrução deve sempre ser considerada uma vez que existem evidências científicas de que ela melhora a qualidade de vida, inclusive a autoestima, função social e psicológica, sexualidade e autoimagem dessas mulheres. “A reconstrução imediata, feita no mesmo momento da mastectomia, é a melhor opção, pois diminui o efeito psicológico da perda da mama”, pontua Luitgards.
Como é feito o procedimento?
Dr Bruno explica que existem basicamente três opções para a reconstrução mamária:
1. Utilização de aloplásticos: em que se coloca um expansor ou uma prótese de silicone para reconstruir a mama retirada.

2. Reconstrução oncoplástica: que pode ser utilizada em casos de mastectomia parcial, onde se utiliza a mama restante para a reconstrução.
3. Reconstrução com tecido autólogo: em que se utiliza pele e gordura da própria paciente para a reconstrução, normalmente excesso de pele da região abdominal ou das costas.
“A escolha entre esses tipos depende de vários fatores, como comorbidades, tamanho e forma da mama contralateral, cirurgias prévias, necessidade de radioterapia, qualidade da pele pelo tórax e, mais importante, a escolha da paciente”, destaca. O médico complementa que “há ainda um momento da reconstrução em que é realizada a simetrização da mama contralateral (do lado sem câncer) para deixar as mamas mais simétricas”.
“Após a operação, a paciente deve seguir todas as recomendações médicas, sendo necessário muitas vezes repouso dos braços, uso de sutiãs modeladores e cuidados com a ferida operatória para que a recuperação seja mais rápida”, finaliza o especialista.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Os nódulos são os sinais mais comumente associados ao câncer de mama. No entanto, eles não sãos os únicos e também podem surgir irritações ou abaulamentos, inchaço, eritema (vermelhidão), dor, inversão do mamilo, eliminação de secreção pelo mamilo, inchaço ou nódulos na axila e braço. Além disso, existem mulheres que não manifestam nenhum sinal ou sintoma. Por isso, é muito importante conhecer seu corpo e fazer acompanhamentos médicos regulares para cuidar da saúde das suas mamas.
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Autocuidado:
O autocuidado em relação ao câncer de mama é um conjunto de práticas que podem ser adotadas pelas mulheres para preservar a saúde da mama. Essas práticas têm impacto tanto na redução do risco para o surgimento de um câncer de mama quanto para a detecção precoce no caso da doença aparecer.
Detecção Precoce:
O autoexame é uma das práticas mais conhecidas de autocuidado. Ele é importante para que você conheça bem o seu corpo e possa perceber com facilidade qualquer alteração suspeita nas mamas. Se você notar algo diferente, procure um médico imediatamente, pois só ele poderá determinar se os sintomas correspondem ou não à doença.  Se for um caso positivo, quanto mais cedo o câncer for diagnosticado e tratado, maiores são as chances de cura.
Esteja atenta aos seguintes sintomas:
  • Aparecimento de nódulo (caroço) no seio ou na axila. Os nódulos podem apresentar dor ou não, ser duros e irregulares ou macios e redondos.
  • Dor ou inversão do mamilo (volta-se para dentro da mama).
  • Presença de secreção pelo mamilo, sanguinolenta ou não.
  • Inchaço irregular em parte da mama, que pode ficar quente e vermelha.
  • Irritação ou retração na pele ou aparecimento de rugosidade semelhante à casca de laranja.
  • Vermelhidão ou descamação do mamilo ou da pele da mama.
  • Nos casos mais adiantados, pode aparecer uma ulceração na pele com odor desagradável.
Mas atenção: o autoexame não substitui o exame regular realizado pelo médico e nem a mamografia. Nesse sentido, a mamografia é mais eficaz por detectar nódulos ainda muito pequenos, não perceptíveis pelo toque. O câncer da mama inicial geralmente é assintomático, ou seja, você não percebe nenhum sintoma ou sinal e ele só pode ser detectado através de exames (mamografia, ultrassom ou ressonância magnética). 
Manter os exames em dia é outra forma importante de autocuidado. A realização anual da mamografia para mulheres a partir de 40 anos é muito importante para que a doença seja diagnosticada precocemente. Mulheres com histórico de câncer na família devem iniciar a realização do exame 10 anos antes da idade que a parente tinha ao detectar o tumor. Antes dessa idade, as mulheres devem solicitar ao ginecologista ou ao mastologista a realização do exame clínico das mamas, que é um exame de toque, e fazer exames complementares caso o médico os solicite. Um exemplo é a ultrassom, normalmente aplicado em mulheres mais jovens por terem as mamas mais densas. 
Redução de Risco:
Para reduzir o risco de desenvolver um câncer de mama, é importante manter hábitos saudáveis: fazer exercícios regularmente, ter uma dieta equilibrada, evitar bebidas alcoólicas e cigarro e fugir dos quilos a mais, em especial depois da menopausa. A maternidade protege contra esse tumor se a mulher tiver filhos antes dos 35 anos de idade e amamentá-los.
A obesidade pode estimular as células da mama e gerar um tumor. A gordura periférica do corpo pode ser transformada em hormônio feminino, e a estimulação pelo hormônio produzido pelo próprio corpo pode aumentar as chances de estimular esse crescimento celular irregular.
A prática de exercícios físicos diminui o risco principalmente quando a mulher perde peso, ou se mantém no seu peso ideal. Mas mesmo atividades físicas de lazer, de leve intensidade, apresentam resultado rápido. Mulheres que praticam pelo menos 30 minutos por dia de caminhada têm 10% menos de chance de desenvolver câncer de mama, revelou um estudo publicado no jornal da Associação Americana de Pesquisa do Câncer. Os cientistas monitoraram mulheres que já haviam passado pela menopausa.
Lembre-se: eliminar os fatores que aumentam o risco de desenvolver o câncer de mama é uma forma muito importante de praticar o autocuidado. No entanto, mesmo mantendo hábitos saudáveis, as mulheres ainda estão sujeitas a desenvolverem a doença. O câncer de mama é resultado de uma mutação genética, que pode ser herdada (menos comum) ou espontânea (o que ocorre na maioria dos casos). Uma mutação espontânea pode ocorrer em uma célula do corpo ao longo da vida e ocasionar a doença, no entanto não se sabe com precisão se essas mutações ocorrem devido ao estilo de vida, alterações químicas no corpo da mulher ou à exposição a toxinas no ambiente, por exemplo. É por isso que, em se tratando de câncer de mama, é preferível falar em diagnóstico precoce que em prevenção. A realização regular de exames deve estar entre as boas práticas para preservar a vida de milhares de mulheres.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

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Ao longo dos anos, as mudanças de rotina e o crescimento das cidades contribuíram para que as pessoas ficassem cada vez mais ocupadas. Conhecido também como mal do século, o estresse foi um dos problemas que aumentou ao longo dos anos e hoje afeta grande parte da população, sejam jovens ou idosos. Mas é possível evitar agravamentos por conta deste problema.
O estresse também pode ser uma porta de entrada para outros problemas, já que não está apenas associado a fatores externos, como pressão na escola, faculdade ou trabalho. Também está ligado ao modo de como levamos as emoções do dia a dia, seja de alegria, emoção, decepção, tristeza ou medo, e isso varia de pessoa para pessoa.
A Coordenadora Hospitalar do Instituto Nacional de Cardiologia (INC),. Aurora Issa, explica que o estresse é algo complexo, e age de maneiras diferentes no organismo. “Pode ser um estresse agudo, quando a pessoa tem alguma reação ou susto, ou em situações de doença que gera estresse no organismo ou processo mais psicológico e emocional. Também pode ser um estresse contínuo ou crônico ligado a questões do dia a dia, ao acúmulo de preocupações”.
Fabiane Merotto é enfermeira e trabalhou por 10 anos em uma UTI adulto de um Hospital em Ponta Grossa (PR). Nos últimos três meses, antes de pedir desligamento, também coordenava uma equipe de captação de órgãos e tecidos para transplante. Foi nessa época que começou a sentir os primeiros sinais do estresse, embora não soubesse que estava com problema. “Eu não tive a habilidade de identificar. O motivo pelo qual saí do trabalho não foi porque eu estava doente. Eu comecei a ser muito crítica, achava que eu não estava mais conseguindo ajudar as pessoas, que eu era um fracasso profissional, então não poderia continuar naquela unidade, naquele setor”, lembra.
Ainda em 2007, depois de sair do Hospital, começou a lecionar. Foi quando o diagnóstico de depressão decorrente do estresse apareceu. “Nos primeiros meses de atuação no nível superior já comecei a ter crise de pânico e de choro. Foi muito rápido, quase que imediatamente depois da minha saída do Hospital”. A situação se agravou mais ainda quando ficou 14 dias sem comer e sem dormir. Acabou sendo internada.
O caso de Fabiane parece extremo. Vimos que perceber situações de risco decorrentes do estresse não é tão fácil. A Coordenadora Hospitalar do INC explica que o comportamento individual é um fator importante. “É óbvio que reações de decepção e preocupação, por exemplo, fazem parte da vida e do dia a dia de cada um. Mas os indivíduos reagem de forma diferente. No geral isso está relacionado à personalidade”.
Uma pessoa sob estresse adquire hábitos ruins, como não ter cuidado adequado com a saúde, alimentação, sono , além de não fazer exercício. E estes hábitos, muitas vezes associados ao estresse, podem causar problemas cardiovasculares, principalmente os problemas relacionados à doença aterosclerótica (acúmulo de placas de colesterol nas paredes das artérias que causa a obstrução do fluxo sanguíneo). Queda de cabelo, doenças na pele e gastrite também são comuns em situações de estresse.
Em alguns casos, podem aparecer alguns sintomas, como suor excessivo, tontura e algumas dores.
Diagnóstico e tratamento
Dados da Pesquisa Stress no Brasil, realizada pelo Instituto de Psicologia e Controle do Stress, mostra que 52,28% dos entrevistados dizem ter ou já terem recebido o diagnóstico de estresse. O número de pessoas é alto, mas ainda existem pessoas que não sabem que estão passando pelo problema. Mesmo com as dificuldades para perceber a situação, é essencial identificar o quadro. “A primeira coisa depois de identificado que a pessoa possui este tipo de comportamento é procurar ajuda psicológica. Mudar alguns hábitos no dia a dia também pode ajudar tanto na diminuição do estresse quanto os efeitos maléficos que ele causa”, explica Dra. Aurora Issa, Coordenadora Hospitalar do INC.
Fabiane Merotto começou a tratar a doença logo em seguida com medicação, mas foi no artesanato que encontrou um hobby para diminuir o estresse do dia a dia. “Naquela época eu tomava até sete remédios diferentes. Hoje eu tomo uma medicação bem fraquinha apenas por controle. Uma coisa que me ajudou muito foi o artesanato”, conta.
Para a enfermeira, que voltou a trabalhar em Hospital, o artesanato foi uma opção para esquecer os problemas do dia a dia, mas não existe um tratamento específico para o estresse, e para cada indivíduo a melhora pode aparecer de lugares diferentes. “O melhor tipo de tratamento é ter uma identificação do profissional e uma conscientização do paciente a respeito da associação do nível de estresse com problemas de saúde. Existe o apoio psicológico, e também medicações específicas para isso”, alerta a Coordenadora Hospitalar.
Aurora também recomenda que as pessoas busquem atividades que as façam se sentir bem e mais tranquilas: “Da mesma forma que a resposta a termos de estresse é individual, as medidas são individuais também”.
Aline Czezacki, para o Blog da Saúde

terça-feira, 17 de setembro de 2019

SETEMBRO AMARELO

No Brasil, o suicídio é considerado um problema de saúde pública. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo e é a segunda principal causa de morte entre indivíduos com faixa etária entre 15 e 29 anos. Além disso, um estudo realizado em 2002, por José Manoel Bertolote, pesquisador na área, afirma que 96,8% dos casos estão relacionados a transtornos mentais tratados indevidamente ou não tratados de forma alguma. 

Desde 2015, foi criada a campanha do ‘Setembro Amarelo’ pela parceria entre o Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. O intuito é criar um período no ano em que a sociedade possa debater, ter conhecimento sobre o tema e possa alertar a população sobre a prevenção do ato. 

Também de acordo com a OMS, 90% dos suicídios podem ser prevenidos.

Segundo a psicóloga Monick Brito, bipolaridade, ansiedade, depressão são alguns dos transtornos que mais contribuem para o suícidio, a especialista revela algumas das prevenções. “O principal é a indicação de um acompanhamento psicoterápico com uma abordagem que atenda a necessidade do indivíduo, a participação de grupos de ajuda e atividades do cotidiano também é uma forma de incentivo para ocupar a mente”. Além disso, Monick afirma que a prevenção é utilizar maneiras simples de estimular o indivíduo não cometer o suicídio. “Não podemos falar sobre prevenção esperando que seja oferecido algo extraordinário, que vá mudar a vida do indivíduo, porque o saudável é que ele encontre conforto e bem-estar no seu padrão de vida, com sua rotina”. 

Fundado há mais de 50 anos, o Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma das ONGs voltadas ao tema mais antigas do Brasil. A associação filantrópica atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio por meio de e-mail, telefone (188), chat ou pessoalmente. O CVV funciona 24h e obtêm 110 postos pelo Brasil com mais de 2400 voluntários. 

No Recife, Eliene Soares, 51, já é voluntária há 10 anos. “É um trabalho muito especial ser voluntária dO CVV. Eu tenho a oportunidade de melhorar todo dia, ajudando pessoa que precisam conversar, desabafar e muitas vezes elas não têm com quem fazer isso. É ter tolerância, paciência, aceitação e abertura para receber e ouvir quem pensa diferente”, afirma Eliene.  

Garantindo o sigilo e anonimato de quem entra em contato com o Centro, em 2018 o CVV Brasil recebeu em torno de 3 milhões de ligações. Foi um aumento de quase 50% em relação a 2017. Já no Recife, eles recebem em média 6 mil ligações por mês. Neste mês de setembro, o número geralmente dobra. 

Roda de conversa debaterá importância do Setembro Amarelo 

No dia 18 de setembro, o Teatro Beberibe sediará uma roda de conversa devido ao Setembro Amarelo. Organizado pelo projeto Mundo do Lua, o debate tem o intuito de discutir a importância de conversar sobre depressão e suicídio sem barreiras, desmistificando ambos os temas. O evento será às 16h e as inscrições podem ser feitas online. 

O Mundo do Lua é um projeto que oferece diversos serviços para ajudar pessoas com depressão, transtornos mentais ou apenas pessoas que sintam a necessidade de serem ajudadas. O projeto foi criado em 2017 por Sibely Fernanda, que perdeu o filho em 2015 e se viu na obrigação de criar um projeto que reduza a taxa de suicídios em Pernambuco.  

O grupo oferece psicólogos voluntários para atuar em algumas escolas estaduais e municipais de Paulista, pois a presença dos profissionais é rara. “Eu senti na pele o que muitos brasileiros sentem, que é querer ter dinheiro para pagar uma consulta para o seu filho e não ter, querer ajuda psicológica ou psiquiátrica e não ter”, diz Sibely sobre a iniciativa.  

Já no âmbito cultural, foi criado o MaracaLua, maracatu criado com o objetivo de tirar os jovens da comunidade de Paratibe da marginalização e oferecer um entretenimento diferente dos que são disponibilizados na área. Além disso, também promovem palestras em escolas, eventos, rodas de conversas, para levar esse assunto ao conhecimento de todos.