quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

 



Cada pessoa reage ao diagnóstico de câncer à sua maneira, mas uma coisa é certa: nunca é fácil receber uma notícia como essa.

Lidar com as emoções é parte importante do tratamento. Ao longo dessa jornada, você poderá se sentir desmotivado, esperançoso, triste, bravo, deprimido ou solitário. Alguns pacientes adotam uma postura otimista, enquanto outros se sentem derrotados antes mesmo de começarem a se tratar.

Veja, abaixo, algumas dicas para lidar com o seu diagnóstico:

1 - OBTENHA TODOS OS FATOS: Estar bem informado é boa estratégia para se empoderar de sua condição e tratamento.

2 - ESCOLHA O MOMENTO CERTO PARA CONTAR AOS PARENTES E AMIGOS: O apoio de parentes e amigos é muito importante durante o tratamento.

3 - ANTECIPE POSSÍVEIS MUDANÇAS NA SUA APARÊNCIA FÍSICA: O melhor momento para se planejar é agora: quando acaba de receber o diagnóstico e está prestes a dar início ao tratamento.

4 - ADOTE UM ESTILO DE VIDA SAUDÁVEL: Hoje, mais do que nunca, é importante cuidar do bem-estar, assim como da saúde física e mental.

5 - ANTECIPE O IMPACTO NAS SUAS FINANÇAS: O diagnóstico de câncer pode trazer encargos financeiros inesperados.

Referências:

Mayo Clinic. Cancer diagnosis: 11 tips for coping

Cancer Council. Coping with a cancer diagnosis.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

 



O tratamento da Leucemia Mieloide Crônica (LMC) não é feito com
quimioterapia!
O tratamento da Leucemia Mieloide Crônica (LMC) não é feito com quimioterapia. Essa leucemia decorre do surgimento de um gene específico (gene BCR-ABL) capaz de aumentar a multiplicação celular através de uma proteína tirosina quinase. O tratamento é feito com um medicamento oral da classe dos inibidores de tirosina quinase, que inibe especificamente essa proteína anormal, que é a causa da LMC. É um tratamento considerado “alvo específico”, porque o medicamento inibe a multiplicação das células cancerosas, mas não das células normais do organismo. Alguns casos de resistência ou falha ao tratamento inicial podem necessitar de quimioterapia e transplante de medula óssea.
Na leucemia Linfocítica Crônica (LLC) agentes quimioterápicos, imunológicos (anticorpos monoclonais) e agentes orais podem ser utilizados no tratamento. A escolha dependerá de aspectos clínicos do paciente (como idade, presença de outras doenças, capacidade de tolerar quimioterapia) e da doença.
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

 




O tratamento da Leucemia Aguda é feito em etapas!
Nas leucemias agudas, o processo de tratamento envolve quimioterapia (combinações de quimioterápicos), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da doença no Sistema Nervoso Central (cérebro e medula espinhal). Para alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea. O tratamento é feito em etapas. A primeira tem a finalidade de obter a remissão completa, ou seja, um estado de aparente normalidade após a poliquimioterapia. Esse resultado é alcançado
em torno de um mês após o início do tratamento (fase de indução de remissão), quando os exames (de sangue e da medula óssea) não mais evidenciam células anormais.
Entretanto, pesquisas comprovam que ainda restam no organismo muitas células leucêmicas (doença residual), o que obriga a continuação do tratamento para não haver recaída. Nas
etapas seguintes, o tratamento varia de acordo com o tipo de célula afetada pela leucemia. Nas linfóides, pode durar mais de dois anos, e nas mielóides, menos de um ano, exceto nos casos
de Leucemia promielocítica aguda, que também dura mais de 2 anos.
Na leucemia Linfoblástica Aguda (LLA), o tratamento é composto de três fases: Indução de remissão, consolidação (tratamento intensivo com quimioterápicos não empregadas anteriormente); e manutenção (o tratamento é mais brando e contínuo por vários meses).
Durante todo o tratamento, pode ser necessária a internação do paciente por infecção decorrente da queda dos glóbulos brancos normais e por outras complicações do próprio tratamento. Já na Leucemia Mieloide Aguda (LMA), a etapa de manutenção só é necessária para os casos de Leucemia promielocítica aguda - subtipo especial de LMA, muito relacionado com hemorragias graves no diagnóstico. Nesses casos, existe uma mutação genética específica que pode ser detectada nos exames da medula óssea e o tratamento com uma combinação de quimioterapia com um comprimido oral (tretinoina) possibilita taxas de cura bastante elevadas.

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Anvisa aprova primeiro tratamento combinado para câncer de próstata metastático resistente à castração

Fonte: AstraZeneca


No dia 23 de janeiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova indicação do medicamento olaparibe, único inibidor de PARP aprovado no Brasil para câncer de próstata[1] em combinação com um agente hormonal (NHA), abiraterona, para tratar câncer de próstata metastático resistente à castração em primeira linha, independentemente de mutação genética. O estudo PROpel é o primeiro a demonstrar mais de 2 anos de sobrevida livre de progressão radiográfica no cenário do câncer de próstata metastático resistente à castração: 24,8 meses[2]. Essa nova indicação representa um marco no tratamento da doença e uma nova possibilidade aos pacientes.

 

PROpel dá início a “era dos combos” no tratamento oncológico relacionado ao câncer de próstata avançado com resultados promissores e eficazes. Um ponto forte do estudo foi o fato de ele ter tido como comparador um novo agente hormonal em primeira linha, a abiraterona, considerado o tratamento padrão atual. A nova indicação aumentou em 8,2 meses a sobrevida livre de progressão radiográfica, comparado ao uso de abiraterona, na análise por intenção de tratar, proporcionando uma redução de 34% em relação ao risco de progressão ou morte². A combinação também apresentou um perfil de segurança gerenciável e previsível e toxicidade conhecida entre os medicamentos individuais², sendo a anemia o efeito adverso mais encontrado. O estudo evidenciou que o perfil de efeito adverso da combinação consiste com a toxicidade individual já conhecida de cada medicamento, não havendo um aumento com a terapia combinada².

 

Os contínuos avanços na oncologia trazem novas perspectivas aos pacientes que descobrem a doença em estágio avançado, o que corresponde a 20% dos casos[3]. “Esta segunda indicação de olaparibe no cenário do câncer de próstata representa uma importante inovação da jornada destes pacientes. É também, um marco na atuação oncológica da AstraZeneca e de olaparibe, um produto que seguidamente nos traz resultados positivos nos mais diversos cenários. A aprovação de hoje traz a primeira combinação de um iPARP com agente hormonal em primeira linha no câncer de próstata metastático resistente à castração, proporcionando maior tempo sem progressão da doença”, comenta Dra. Marina Belhaus, diretora médica da AstraZeneca Brasil.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023


 

05 de Fevereiro: Dia Nacional da Mamografia!
Hoje é comemorado o Dia Nacional da Mamografia, com objetivo de conscientizar a população sobre a importância do exame para detectar alterações na mama. O exame é uma
radiografia do tecido mamário, feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar lesões nos estágios iniciais. Quanto mais cedo o tumor for identificado, maiores as
chances de cura. Para câncer de mama, os casos identificados no início trazem um índice de cura que pode chegar a 98%.
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Dia Mundial do Câncer!
No dia 04 de fevereiro é celebrado o Dia Mundial do Câncer, essa data foi instituída pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), em 2005, e desde então trabalha para que o maior número de pessoas tenha informações sobre a doença, ajudando
principalmente na sua prevenção. Tem como objetivo aumentar a conscientização e a educação mundial sobre a doença, além de influenciar governos e indivíduos para que se mobilizem pelo
controle do câncer.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

 

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Você sabia que existem mais de 12 tipos de leucemia? Veja quais são as mais comuns!
Existem mais de 12 tipos de leucemias, sendo as mais comuns:
Leucemia mieloide aguda (LMA): afeta as células mieloides e avança rapidamente. Ocorre tanto em adultos como em crianças, mas a incidência aumenta com o aumento da idade.
Leucemia mieloide crônica (LMC): afeta células mieloides e se desenvolve vagarosamente, a princípio. Acomete principalmente adultos. Leucemia linfoide aguda (LLA): afeta células linfóides e agrava-se de maneira rápida. É o tipo mais comum em crianças e jovens (0-18 anos), mas também ocorre em adultos.
Leucemia linfoide crônica (LLC): afeta células linfóides e se desenvolve de forma lenta. A maioria das pessoas diagnosticadas com esse tipo da doença tem mais de 55 anos. Raramente
afeta crianças.
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