sábado, 13 de fevereiro de 2016

Hidratação

Hidratar o rosto diariamente é essencial para 

manter a boa aparência da pele.


São muitos os fatores que roubam nossa beleza. Poluição, estresse, restos de maquiagem, noites mal dormidas por exemplo influenciam muito na nossa aparência. E para manter a pele sempre com boa aparência é muito importante hidratá-la todos os dias. E claro, o uso quase que sagrado do protetor solar!

Fazendo esse “ritual” todos os dias, você garante a boa aparência da pele de seu rosto:

Limpeza

Lave o rosto ao menos duas vezes por dia, com um sabonete próprio para sua pele.
Esfoliação
Ela é importante pois remove células mortas da pele. Duas a três vezes por semana, faça uma esfoliação no rosto com produtos específicos. Veja aqui algumas receitas de esfoliantes caseiros.
Tonificar
Usar um tônico ajuda a remover impurezas. Use um produto específico para seu tipo de pele. Ao usar, umedeça um pedaço de algodão e passe por todo o rosto, sem enxaguar depois.
Hidratar
Depois de deixar a cútis limpa, é hora de hidratar. Use um bom hidratante próprio para o rosto (e para seu tipo de pele), espalhando bem e massageando para melhorar a circulação e absorção do produto na pele.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Lupus

Projeto facilita aposentadoria em caso de lúpus e epilepsia

Trabalho e Previdência

A Câmara analisa o Projeto de Lei 7797/10, do Senado, que inclui o lúpus e a epilepsia entre as doenças cujos portadores são dispensados de cumprir prazo de carência para usufruir dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.
O projeto altera a Lei 8.213/91, que trata dos Planos de Benefícios da Previdência Social.
Atualmente, a lei prevê que independe de carência a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez ao filiado do Regime Geral de Previdência Social que tiver as seguintes doenças: tuberculose ativa, hanseníase, alienação mental, câncer, cegueira, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante), aids e contaminação por radiação.
Para o autor da proposta, senador Paulo Paim (PT-RS), lúpus e epilepsia são males potencialmente incapacitantes e devem ser, obrigatoriamente, causas de aposentadoria por invalidez, quando a perícia médica detectar um grau de disfunção social e laboral que inviabilize a continuidade da pessoa em sua ocupação habitual.
"A proposta corrige uma lacuna na legislação previdenciária, que não inclui o lúpus e a epilepsia entre as doenças que concedem o direito à aposentadoria por invalidez e, em consequência, à isenção do imposto de renda sobre os proventos e pensões decorrentes da aposentadoria ou reforma, que é concedida nesses casos", afirma.

Sintomas

O lúpus é uma doença rara, mais frequente nas mulheres do que nos homens, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico, exatamente aquele que deveria defender o organismo das agressões externas causadas por vírus, bactérias ou outros agentes.
Nesse caso, a defesa imunológica se vira contra os tecidos do próprio organismo, como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro.
Entre os sintomas da moléstia estão fadiga, erupções, sensibilidade aos raios solares e alterações no sistema nervoso.
Já a epilepsia é uma doença neurológica crônica que produz manifestações motoras, sensoriais e psíquicas.
Algumas vezes a pessoa com epilepsia tem convulsões, espasmos musculares e perda de consciência.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo.
O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total).
Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.(Agência Câmara de Notícias).

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Câncer

Câncer

O que é

Câncer é o termo usado para designar um conjunto de mais de cem doenças caracterizadas pela proliferação descontrolada de células, o que leva à formação de um tecido anormal: o tumor. Quando há disseminação de células cancerosas para outras regiões do corpo e formação de tumores secundários, trata-se de uma metástase.
Em um organismo saudável, há equilíbrio entre o número de células mortas (por morte celular programada, doenças ou lesões) e a proliferação de novas células. Isso garante a integridade de tecidos e órgãos. Entretanto, mutações no DNA – alterações no código genético que “dita” as regras do corpo – podem perturbar os processos, fazendo com que células não morram no tempo certo, levando à formação de tumores benignos (que não se espalham) e malignos (câncer). Alguns tipos de câncer, como a leucemia, não formam tumores.
A formação do câncer pode ser induzida por fatores internos (herança genética) ou externos (exposição a agentes cancerígenos, hábitos alimentares, entre outros) ou por ambos simultaneamente.
A menor parte dos casos é relacionada a influências genéticas, que tornam o organismo incapaz de se defender de uma ameaça. Na maioria das vezes, a doença está associada a fatores ambientais, como o tabagismo, exposição prolongada e frequente aos raios solares e a infecções virais.
O processo de carcinogênese, ou desenvolvimento do câncer, ocorre lentamente. No primeiro estágio, células sofrem o efeito de agentes cancerígenos que alteram seus genes. No estágio de promoção, elas são transformadas em células cancerosas após o contínuo e longo contato com o agente cancerígeno. No estágio final, o estágio da progressão, ocorre a multiplicação celular descontrolada e irreversível. É quando surgem os primeiros sintomas.

Tipos

A doença pode ocorrer em qualquer tecido do corpo. Os tipos de câncer são agrupados em grandes categorias: os carcinomas, os sarcomas, as leucemias, os linfomas e mielomas e os tumores do sistema nervoso central.
Os carcinomas são tumores malignos que se originam nas células epiteliais ou glandulares (adenocarcinoma) com forte tendência a invadir tecidos vizinhos. São os mais comuns entre todos os tipos, compreendendo o câncer de mama, de pulmão, de bexiga, de próstata, de pele, de estômago, de ovário e de pâncreas, entre outros.
Sarcomas, conhecidos como tumores malignos dos tecidos moles, podem se originar em ossos, cartilagens, gordura, músculo, vasos sanguíneos ou tecidos moles. Ocorrem mais frequentemente em crianças e adolescentes. Os mais comuns são: sarcoma de Kaposi, que atinge o tecido que reveste os vasos linfáticos; sarcoma de Ewing, que atinge o osso; osteosarcoma, o mais comum câncer primário de osso, e o liposarcoma, que afeta os tecidos profundos das extremidades do retroperitônio.
As leucemias são caracterizadas pelo acúmulo de células jovens (blásticas) anormais na medula óssea. Aos poucos, estas células substituem as células normais do sangue, prejudicando a produção de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. As mais comuns são: leucemia linfoide aguda ou linfoblástica, leucemia mieloide crônica e leucemia linfocítica crônica.
Linfomas são tumores malignos do sistema linfático, podendo atingir todas as glândulas linfáticas, apenas um linfonodo ou se espalhar por todo o corpo. Os linfomas mais comuns são o linfoma de Hodgkin e o linfoma não-Hodgkin, divergindo na célula de origem (células T ou células B). O mieloma é um grupo de doenças caracterizado pela proliferação descontrolada de células plasmáticas, principalmente na medula óssea.
Tumores do sistema nervoso central acometem o cérebro e geralmente se originam nas células gliais, que dão suporte aos neurônios. Os mais comuns são os meningiomas, desencadeados por meningites; meduloblastomas, que afetam o cerebelo, e os astrocitomas, que se desenvolvem nos astrócitos (abrangendo o gliobastoma muliforme, tipo mais comum de câncer no cérebro).

Curiosidades

Câncer é a palavra latina para caranguejo, um animal capaz de se agarrar com tenacidade a outros animais por causa de suas patas, que têm uma enorme capacidade de se grudar às presas.
Estudos recentes demonstraram que os microtentáculos formados pelas células cancerosas podem desempenhar um papel fundamental na metástase. Ao formar estas estruturas, as células cancerosas se desgrudam do tumor primário e passam a circular no sangue como barcos a remo até encontrar um novo tecido.
Atualmente, milhares de dólares são investidos em pesquisas para o desenvolvimento de novos medicamentos contra o câncer. Uma abordagem bastante promissora é a nanomedicina, que consiste na manipulação de nanopartículas (moléculas 90 mil vezes menores do que a espessura de um fio de cabelo) para a entrega de fármacos apenas às células cancerosas. Outra abordagem interessante é a utilização de vírus reprogramados para encontrar, modificar e destruir as células do câncer.
A alimentação pode diminuir o risco de uma pessoa desenvolver o câncer. Sabe-se, por exemplo, que o consumo frequente de carne bem passada pode aumentar as chances de câncer de bexiga. A ingestão de álcool durante a gravidez aumenta o risco de o filho desenvolver leucemia no futuro. Farelo de trigo, rico em vitamina B6, pode reduzir o risco de câncer de pulmão pela metade. Azeite de oliva e suplementos de óleo de peixe protegem contra o câncer de mama.

Doenças relacionadas

- Câncer do cólon
- Câncer de colo do útero
- Câncer de bexiga
- Câncer de esôfago
- Câncer gástrico
- Câncer de fígado (hepatocarcinoma)
- Câncer de mama
- Câncer de ovário
- Câncer de pele (carcinoma basocelular)
- Câncer de pâncreas / carcinoma pancreático
- Câncer de próstata
- Câncer de rim (carcinoma de células renais)
- Câncer de tireóide
- Câncer de pele
- Câncer endometrial
- Câncer metastático do pulmão
- Câncer oral
- Linfoma de Hodgkin
- Linfoma não-Hodgkin
- Melanoma
- Mieloma múltiplo
- Cirrose
- Carcinoma basocelular

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Dia Mundial da Luta contra o Câncer

Campanha no Dia Mundial do Câncer destaca opapel da sociedade na luta contra a doença 

Ação nas redes sociais da Fundação do Câncerenfatiza a prevenção e o controle da enfermidade



Com o tema "Nós podemos. Eu posso”, a campanha 2016 para o Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, está sendo lembrada pela Fundação do Câncer, referência nacional há 25 anos, durante toda esta semana, desde a segunda-feira até sexta-feira, dia 05, em ação nas redes sociais. Criado pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC), o slogan enfatiza que todos -  tanto no coletivo quanto individualmente – têm papel importante para a redução da carga global de câncer. Mundialmente, a incidência do câncer cresceu 20% na última década.

No Brasil, é a segunda causa de morte por doença, atrás apenas das doenças cardiovasculares. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) para o país, em 2016, é de cerca de 600 mil novos casos. O Dia Mundial do Câncer reforça que a adoção de hábitos de vida saudáveis, a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento são fundamentais para a luta contra a doença.
Em 2016, a campanha proposta pela UICC e disseminada pela Fundação do Câncer vai explorar alguns assuntos como forma de produzir conhecimento a respeito da doença. Entre eles, “Eu Posso: Escolher um Estilo de Vida Saudável; Eu Posso: Compartilhar Minha História; Eu Posso: Entender que a Detecção Precoce Salva Vidas; Eu Posso: Criar Ambientes Saudáveis; Nós Podemos Inspirar Ação, Agir”.
 A Fundação do Câncer, como membro da UICC e apoia a data do Dia Mundial do Câncer, criada pela instituição com a intenção de chamar a atenção globalmente para a doença e desmitificar conceitos. Fundada em 1933 e com sede em Genebra, na Suíça, a UICC é a maior organização mundial de luta contra o câncer, com mais de 400 organizações membros em 120 países.

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Financiamento de casa própria



QUITAÇÃO DE FINANCIAMENTO DE IMÓVEL PELO SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO (Pelo Seguro Habitacional) 

O que é? 

O interessado com invalidez total e permanente, causada por acidente ou doença, possui direito à quitação, desde que esteja inapto para o trabalho e que a doença determinante da incapacidade tenha sido adquirida após a assinatura do contrato de compra do imóvel. Ao pagar as parcelas do imóvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o proprietário também paga um seguro que lhe garante a quitação do imóvel em caso de invalidez ou morte. Em caso de invalidez, o seguro quita o valor correspondente ao que o interessado se comprometeu a pagar por meio do financiamento. A instituição financeira que efetuou o financiamento do imóvel deverá encaminhar os documentos necessários à seguradora responsável pelo seguro. Trata-se de um seguro obrigatório pago juntamente com as parcelas de quitação, na aquisição da casa própria por meio de financiamento vinculado ao SFH, objetivando amenizar ou liquidar o saldo devedor do imóvel financiado nos casos de aposentadoria por invalidez ou morte do mutuário. 

Quem tem direito à quitação do financiamento do imóvel pelo SFH? 
A quitação do imóvel ocorrerá quando da morte do mutuário ou da aposentadoria por invalidez permanente, decorrentes de qualquer diagnóstico (inclusive neoplasia maligna), sendo que o início da doença deverá ser posterior à assinatura do contrato para o financiamento. Não aceitando a decisão da seguradora, o doente comprador de casa financiada deverá submeter-se a junta médica constituída por três membros, levando laudos, exames, atestados médicos, guias de internação ou quaisquer outros documentos de que disponha relacionados com o mal que impeça o exercício de seu trabalho.

O QUE DEVO FAZER?


O interessado deverá comparecer na Caixa Econômica Federal, Companhia de Habitação (Cohab) ou banco onde o financiamento foi realizado com os seguintes documentos: 

Aposentadoria por invalidez permanente:

– Aviso de Sinistro Habitacional preenchido, inclusive com a data da Relação de Inclusão (RI) em que constou a última alteração contratual averbada antes do sinistro; – Declaração de Invalidez Permanente em impresso padrão da seguradora preenchida e assinada pelo órgão previdenciário para o qual contribua o segurado; – carta de concessão da aposentadoria por invalidez permanente, emitida pelo órgão previdenciário; – publicação da aposentadoria no Diário Oficial, se o financiado for funcionário público; – quadro nosológico (histórico da doença com respectivo CID, data e laudo do INSS), se o financiado for militar; – Comunicado de Sinistro devidamente preenchido e assinado, com firma reconhecida do médico assistente do doente; – contrato de financiamento ou escritura registrada; – alterações contratuais, se houver; – declaração específica com indicação expressa da responsabilidade de cada financiado, o valor com que o doente entrou na composição da renda familiar para a compra da casa, se o contrato de financiamento não a contiver de forma expressa; – Ficha de Alteração de Renda (FAR), se houver, em vigor na data do sinistro; – demonstrativo de evolução do saldo devedor; – demonstrativo de pagamento de parcelas, ou planilha de evolução da dívida, ou documento indicando o valor e a data da liberação. O agente financeiro encaminhará o processo à seguradora, após solicitação da documentação, que varia de acordo com o agente financeiro. Quando o prazo acima for ultrapassado, as parcelas pagas até a data da comunicação ao agente financeiro não serão reembolsadas.
A quitação ocorrerá somente em relação à parte da pessoa inválida, na mesma proporção com que sua renda entrou para o financiamento. Ex.: se a pessoa com invalidez entrou com 100% da renda para o financiamento, a quitação é total; se contribuiu com 50%, será quitada apenas a metade do valor do imóvel.

Telefone para mais esclarecimentos Caixa Econômica Federal (Habitação) – 0800-702-4000

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Dia do publicitário

No dia 1 de Fevereiro é comemorado o dia do publicitário, que é o profissional do ramo de publicidade e comunicação, sendo responsável pelo planejamento, coordenação e desenvolvimento de campanhas publicitárias para divulgação de produtos, marcas, serviços ou pessoas.
Desde a época dos gregos já existia a propaganda e de certa forma os publicitários, que faziam anúncios pintados em paredes para chamar as pessoas para determinado evento.
Em 4 de Dezembro de 1936, ocorreu em Buenos Aires o primeiro congresso que reuniu essas profissionais e dia 4 de Dezembro ficou conhecido mundialmente como o Dia da Propaganda.
O publicitário pode atuar em diversas ramos dentro da publicidade e propaganda, que exigem do mesmo a criatividade e um conjunto de métodos de aplicação para que essa criatividade seja transformada em ações publicitárias de qualidade.
Todas essas ações têm origem no briefing do cliente, que é o documento que reúne todas as informações sobre o projeto publicitário a ser desenvolvido.
A partir da definição desse projeto são definidos os Jobs, que são as divisões de tarefas que cada área dentro da publicidade deve desenvolver, sendo que cada um dentro do projeto receberá um Job.
Podemos dizer que as principais áreas da publicidade são:
  • Atendimento, onde ocorre o contato inicial com o cliente;
  • Pesquisa e Planejamento, responsável por pesquisar o mercado e público alvo, bem como realizar o trabalho de planejamento de como as ações publicitárias deverão ocorrer de acordo com o briefing do cliente;
  • Assessoria de comunicação, faz a conexão da empresa com seu público e define como esse contato deve acontecer;
  • Criação responsável pela fase de criação em conjunto com o redator de diretor de arte, definindo como será o processo de criação para que o mesmo atenda o briefing do cliente;
  • Diretor de arte, é o responsável por toda a parte visual e gráfica do trabalho de publicidade;
  • Produção gráfica, é a área que produz o que foi pensado pela área de criação e definido pela diretoria de arte;
  • Redator, é o profissional responsável pelo texto da publicidade, seja slogans, ou roteiros de comerciais, utilizando técnicas de persuasão;
  • Media: é onde se define em quais mídias aquela campanha será veiculada, de acordo com o público alvo e outros dados da pesquisa e orçamento do cliente;
  • New media e Publicidade online: Com a ampliação das novas mídias e internet, tornou-se a criação de uma área para focar nesse público alvo, e também em como a mensagem será transmitida a ele;
  • RTVC: área responsável pela produção de campanhas e publicidade para mídias como rádio, televisão e cinema.
Mensagem dia do publicitário
"Um bom publicitário é o que cuida da sua marca como se fosse seu filho, alguns levam isso tão a sério que passam a noite acordados"
"Estranho é ver as palavras feliz, dia e publicitário na mesma frase"
"O planejamento estruturou, a mídia discordou. O atendimento foi contra, a criação defendeu a ideia com unhas e dentes. É quase impossível agradar a todos os publicitários que é melhor ser curto e direto: Parabéns!"